27 de nov de 2008

XEPA no VIDEOFEST (Centro de Arte Contemporânea Chateau Carreras, Córdoba, Argentina): 28-30 de novembro 2008

VideoFest é um encontro de experiências audiovisuais que nasce em Córdoba (Argentina), como possibilidade de compartilhar pontos de vista, modos de produção, conhecimentos e estéticas, num intercâmbio entre artistas e público.
Xepa está presente, participando da programação de vídeos com Importancia de las Cosas, vídeo-ensaio de 10’ realizado em Unquillo (Córdoba, Argentina) em agosto deste ano.
Mais informações sobre o Festival:
www.myspace.com/videofestcba

http://www.videofestcordoba.blogspot.com

22 de nov de 2008

Deformes em Valdivia: 22 de novembro, sábado, Museu de Arte Contemporânea

Performance Coletivo Leibniz (Isabella Di Colla, Helen Spackman, Ernst Fischer), Inglaterra/Itália (fotos V.G. - Xepa):

Performance de Alvaro Pereda - Alperoa, Chile (foto V.G. - Xepa):

XEPA na II Bienal Internacional de Performance - DEFORMES 2008: Valdívia > ação coletiva (série Excessos)

22 de novembro
Ação coletiva XEPA - Praia de Los Molinos (Valdívia).
Participaram: David Khang (Coréia/Canadá), Dorothea Rust (Suíça), Efi Ben David (Israel), Francisca Tironi (Chile), Monika Klingler (Suíça) [foto2], Morgan O'Hara (EUA/Itália) [foto 1], Perpetua Rodriguez (Chile), Vasan Sitthiket (Tailândia), Viviane Gandra (Brasil/Argentina)[foto 2].
[Fotos: Perpetua Rodriguez]

21 de nov de 2008

Deformes em Valdivia: 21 de novembro, sexta-feira, Museu de Arte Contemporânea

Performance de Morgan O'Hara, EUA/Itália (fotos V.G. - Xepa):

Performance de Monika Klingler, Suíça (fotos Francisca Tironi):
Performance de David Khang, Coréia/Canadá (fotos Francisca Tironi):

Performance de Livia Caputo, Itália (foto Francisca Tironi):

XEPA na II Bienal Internacional de Performance DEFORMES 2008 em Valdívia: bate-papo com estudantes

Estivemos (XEPA) entre 11 e 14h na Escuela de Filosofía y Humanidades / Universidad Austral de Chile, em um encontro com estudantes e profissionais desta escola e da Escuela de Artes Visuales da mesma Universidade.
O conteúdo apresentado como disparador de diálogo foi um panorama resumido da trajetória do Coletivo Xepa e nossas estratégias de atuação e/ou circulação de imagens e ações. Para isso, além de acervo fotográfico, foram exibidos dois vídeos: Permeable 4 (vídeo-ensaio, 2007) e El Precio de los Ladrillos no se Pelea (versão curta da documentação de ação homônima, realizada em 2007 no Paseo del Buen Pastor, Córdoba, Argentina, como parte da programação do Projeto Parabrisas, dentro do Festival de Teatro Mercosur).

20 de nov de 2008

XEPA na II Bienal Internacional de Performance DEFORMES 2008 en Valdívia: exibição vídeo

Importancia de las Cosas foi projetado às 21:30h no pátio externo da Escuela de Artes Visuales / Universidad Austral de Chile, junto com dois filmes de Fabrizio Di Carlo (Coletivo Leibniz, Itália), como parte da programação da II Bienal Internacional de Performance Deformes 2008 em Valdívia.
[Imagem: still do vídeo, arquivo Xepa]

Deformes em Valdivia: 20 de novembro, quinta-feira, Museu de Arte Contemporânea

Performance (final) de Johannes Zits, Canadá (foto V.G. - Xepa):
Performance de Monika Günther e Ruedi Schill, Suíça (foto Francisca Tironi):

Performance de Irene Loughlin, Canadá (fotos V.G. - Xepa):

Performance de Cheto Castellano, Chile/EUA (foto Francisca Tironi):
Performance de Francisca Tironi, Chile (foto acervo da artista):

19 de nov de 2008

(IV) Notas de viagem DEFORMES 2008: Valdívia > visita ao forte de La Niebla

O sistema de fortes de Valdivia localiza-se na baía de Corral, nos arredores da cidade de Valdivia, no litoral sul do Chile.
Conhecido como "Chave do Mar do Sul", trata-se de um dos maiores sistemas de fortificações coloniais da América espanhola. A sua função era não apenas a de defender o acesso marítimo à cidade de Valdivia das potências coloniais estrangeiras, piratas e corsários, mas também de servir como base para as embarcações espanholas que faziam a rota do Cabo Horn.

(Fonte: Wikipédia)

18 de nov de 2008

Deformes 2008


(III) Notas de viagem DEFORMES 2008: Valdívia > sobre a cidade e seu quase desaparecimento em 1960

[Fotos: ponte e restos de construções - Rio Calle-Calle]

Valdivia é uma cidade e comuna do Chile, capital da província de mesmo nome, localizada na Região de Los Rios. Tem uma população de 140.559 habitantes e uma superfície de 1.016 km². A cidade está localizada entre os rios Calle-Calle, Valdivia e Cau-Cau.
Valdivia foi uma das cidades mais afetadas pelo Grande Terremoto do Chile (22 de maio de 1960), registrando 9.5 pontos na escala Richter, o que o tornou o mais forte da história da humanidade.Estima-se que a cidade tenha afundado cerca de dois metros após o fenômeno.

(Fonte: Wikipédia)

17 de nov de 2008

(I) Notas de viagem DEFORMES 2008: Valdívia > trânsito Brasil-Argentina-Chile

[Foto: caminho Córdoba-Mendoza, quase chegando à segunda]

"Xepa partiu finalmente rumo ao Chile, para estar presente na Segunda Bienal Internacional de Performance – Deformes 2008.

Sem Marcelino, sem Marco Paulo, deixei o terminal de ônibus de Córdoba (Argentina) às 22:30h de ontem, domingo. Chego diretamente à cidade de Valdívia, sul do Chile, onde já foi iniciado o segundo módulo da Bienal (em Santiago de 4 a 15 e em Valdívia de 15 a 22 de novembro). Estarei no terminal dessa cidade cheia de histórias de inundações/desaparecimento e reaparecimento/ruínas às 6h da manhã de terça-feira, dia 18.

Como disse Marcelino, todo o nosso processo de exercícios de gestão para levar Xepa ao Chile constitui, de maneira bastante densa, um DESPLAZAMIENTO – um dos focos da curadoria da Bienal, coordenada por Gonzalo Rabanal, artista e gestor chileno.

Junto com Marco Paulo Rolla e Marcelino Peixoto, e mais tarde com Marcelino (e sempre com Marcelo Márquez, nosso grande colaborador), passamos por todo tipo de situações – algumas burocráticas, práticas, outras extremamente afetivas – e humores, sofremos juntos cada mudança e/ou adaptação nos planos até que, por exercício de sensatez e de percepção de ‘fim’, constatamos que não estaríamos no Chile agora. Logo depois veio o exercício de potência, de fazer o que se pode com o que se tem (movimento chave do Xepa), e então, depois de somar cada porção de recursos que cada um dos dois tinha (e não tinha), sigo de ônibus a Valdívia, só e bem acompanhada, com muita disposição de presença e quase nenhuma paciência.

Partimos (uso o plural porque é Xepa que viaja) com o compromisso de exibir em Valdívia algum dos trabalhos em vídeo e realizar um bate-papo com estudantes e artistas locais, sobre obras e estratégias de atuação do Coletivo. O projeto de ação/intervenção proposto e aprovado antes – a construção de ruínas através de ação da série Edificação e Queda dos Corpos – não será realizado, pelo menos não dessa vez, por falta de infra-estrutura (a Bienal se realiza, no fim das contas, a partir da soma de recursos e apoios conseguidos por cada artista convidado, através de gestão própria em seu respectivo país de origem).

Xepa em trânsito.

V.G."